O presidente-executivo da Meta, Mark Zuckerberg, anunciou o lançamento do Muse Wonder, um novo modelo de inteligência artificial. Ele também disse que os investimentos da empresa na área vão continuar crescendo. A notícia foi publicada pelo Poder360 em 13 de outubro de 2026, com base em informações do Financial Times.

O que muda

Segundo o Poder360, o Muse Wonder entra na disputa da Meta com a OpenAI, criadora do ChatGPT, e com a Anthropic, que faz a família Claude. A Meta afirma que o modelo supera sistemas rivais em algumas avaliações técnicas. Os resultados, porém, variam conforme a tarefa testada.

A empresa pretende colocar o Muse Wonder dentro do assistente Muse. As versões mais avançadas serão vendidas para empresas. A ideia é que o assistente ajude em tarefas do dia a dia, como organizar compras e reservar viagens. A Meta também quer que ele faça mais coisas, como analisar contratos, documentos financeiros e informações de saúde.

Outro ponto citado é a memória. De acordo com a Meta, o modelo consegue lembrar informações relevantes de conversas anteriores. Assim, o assistente pode considerar o que o usuário já contou antes ao responder um novo pedido.

A estratégia também marca uma mudança. A Meta tinha a tradição de abrir parte dos seus modelos para uso livre, e agora vai comercializar as versões mais avançadas.

O contexto, segundo a reportagem, é este:

  • O Llama 4, lançado em 2025, ficou abaixo do esperado.

  • Depois disso, Zuckerberg reorganizou equipes, contratou especialistas e direcionou recursos para aumentar a capacidade de computação.

  • Em abril, a empresa anunciou o corte de 8.000 postos de trabalho e o fechamento de outras 6.000 vagas, mantendo os investimentos em IA.

  • Em setembro, as ações da Meta subiram cerca de 20% em duas semanas, com a expectativa de mais uso de agentes autônomos de IA.

Zuckerberg voltou a defender que as empresas sigam desenvolvendo sistemas avançados, em vez de frear a indústria toda. Para ele, os laboratórios têm responsabilidade e incentivo para criar modelos com mecanismos de segurança. Ao Financial Times, ele falou em uma "superinteligência pessoal", ou seja, ferramentas que ajudem as pessoas nas tarefas cotidianas.

Estratégia da Meta para modelos de IA (Antes x Agora). Modelos avançados: Parte em uso livre x Versão comercializada; Quem usa o topo: Uso livre parcial x Empresas pagantes.

O que isso muda para quem atende cliente pelo WhatsApp?

A reportagem não fala de WhatsApp nem de WhatsApp Business. Não há, no texto, nenhum recurso novo anunciado para o atendimento por mensagem. Por isso, não dá para afirmar que algo muda na sua conta agora.

Mas o movimento merece atenção. A Meta é dona do WhatsApp, e o assistente Muse é uma das prioridades da empresa. Se essa tecnologia chegar ao atendimento, o dono de negócio pode ter mais ferramentas de IA à disposição. Por enquanto, isso é só uma possibilidade, sem confirmação na notícia.

Algumas atitudes práticas para o momento:

  1. Acompanhe os anúncios oficiais da Meta sobre o WhatsApp Business antes de mudar a rotina de atendimento.

  2. Não coloque dados sensíveis de clientes em qualquer ferramenta de IA sem entender como ela guarda essas informações. A própria Meta destaca que o modelo lembra de conversas anteriores.

  3. Teste qualquer recurso novo com poucos clientes antes de usar em todo o atendimento.

  4. Cuide do básico: um canal de contato claro e uma primeira mensagem bem pensada ainda valem mais que qualquer novidade.

Os resultados de avaliações técnicas divulgados pela empresa também pedem cautela. Como a própria reportagem lembra, o desempenho muda conforme a tarefa.

Enquanto as novidades de IA não chegam, você pode facilitar a vida do cliente hoje. No WaLink.Page, é possível criar de graça o link do WhatsApp com mensagem inicial pronta e o QR Code para colocar no Instagram, no cartão ou na embalagem.