Segundo o Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro, o Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ) condenou um banco a ressarcir uma idosa que foi vítima do chamado “Golpe do WhatsApp”. A informação foi publicada em 7 de outubro de 2026. O resumo divulgado não traz os detalhes do caso.

O que muda

O que se sabe é pouco, e vale dizer isso com clareza. O título da notícia informa três coisas: a decisão é do TJRJ, o banco foi condenado a devolver o dinheiro e a vítima é uma pessoa idosa que caiu no “Golpe do WhatsApp”.

Não há, no material a que tivemos acesso, valor, data do golpe, nome das partes nem os argumentos da decisão. Por isso, não vamos afirmar como o golpe aconteceu nem por que o banco foi responsabilizado. Para esses pontos, o caminho é consultar a publicação completa do Poder Judiciário do Estado do Rio de Janeiro.

O ponto que importa já aparece no título: a Justiça mandou o banco ressarcir uma idosa enganada no chamado golpe do WhatsApp. Ou seja, o prejuízo de um golpe desse tipo pode ser discutido na Justiça. Mas uma decisão sobre um caso não vale automaticamente para todos os outros.

O que isso muda para quem atende pelo WhatsApp?

Para o dono de negócio, a lição é de prevenção. Golpe pelo WhatsApp depende de a vítima acreditar que fala com a pessoa certa. Seu cliente precisa ter certeza de que está falando com você. Isso vale para o golpe que usa o seu nome e para o que mira o seu cliente.

  • Divulgue sempre o mesmo número oficial, no Instagram, no site, no cartão e na embalagem.
  • Avise o cliente, de forma simples, que você não pede senha nem código de verificação por mensagem.
  • Se mudar de número, comunique por todos os canais, não só por uma conversa.
  • Oriente quem desconfiar a parar e conferir pelo canal oficial antes de fazer qualquer pagamento.

Vale também treinar quem atende. Se mais de uma pessoa responde pelo WhatsApp da empresa, combine um jeito padrão de se apresentar e de passar dados de pagamento. Cliente que reconhece o padrão estranha o que foge dele.

Se você ou um cliente cair em golpe, guarde as conversas e o comprovante e avise o banco o quanto antes. Não apague nada do aparelho. Anote horário e valor. Um advogado ou a defensoria pública pode orientar sobre o caso específico. A decisão do TJRJ, pelo que foi divulgado, não garante ressarcimento em todo caso.

Um link oficial ajuda o cliente a chegar ao número certo. No WaLink.Page você cria o link wa.me com mensagem pronta e o QR Code, de graça, e usa o mesmo endereço em todo lugar onde divulga o contato.